Quando regressei de Macau, resolvi seguir a vida militar, uma vez que naquela época havia muita falta de emprego. Passado ano e meio fui destacado para Moçambique, para o norte, Montepuez. Era uma boa terra também, o clima era muito agradável, já que nem fazia muito calor nem frio. Guerra, naquela altura não havia e a vila era toda plana. Era uma região onde havia caça com abundância de toda espécie, por isso, carne nunca nos faltou, assim como fruta.
Fui incorporado numa Companhia de Engenharia, a qual tinha a missão de construir estradas e pontes novas e arranjar aquelas que eram necessárias. Estes serviços eram prestados pelos indígenas, os quais tinham um vencimento. A nós, militares, cabia trabalhar com as máquinas e camiões e realizar a orientação dos indígenas.
A nossa chegada a Lourenço Marques, actual Maputo, no dia 18 de Dezembro de 1961, coincidiu com a invasão da Índia; houve então um Sr. oficial, capitão, que ia com uma companhia também para Moçambique, que teve a triste ideia de oferecer a guarnição do barco, cerca de 800 homens, para ir combater na Índia. Contudo, tive sorte em não ter sido incluído nessa tripulação e passei 3 anos felizes em Moçambique.
Fui incorporado numa Companhia de Engenharia, a qual tinha a missão de construir estradas e pontes novas e arranjar aquelas que eram necessárias. Estes serviços eram prestados pelos indígenas, os quais tinham um vencimento. A nós, militares, cabia trabalhar com as máquinas e camiões e realizar a orientação dos indígenas.
A nossa chegada a Lourenço Marques, actual Maputo, no dia 18 de Dezembro de 1961, coincidiu com a invasão da Índia; houve então um Sr. oficial, capitão, que ia com uma companhia também para Moçambique, que teve a triste ideia de oferecer a guarnição do barco, cerca de 800 homens, para ir combater na Índia. Contudo, tive sorte em não ter sido incluído nessa tripulação e passei 3 anos felizes em Moçambique.
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